Avançar para o conteúdo principal

Quatro Anos

No dia 28 de Outubro de 2003 escrevi o primeiro post neste blogue. Iniciava-se assim um espaço de alerta, segundo a minha óptica. Nele pretendo alertar para algumas maldades cometidas pelo homem, por esse mundo fora, e que com bom senso e vontade politica (se é que ainda acredito neste termo) podem ser modificadas.
Apesar de ter nascido há quatro anos, começou a ser dinamizado, com maior afinco, a partir de 2007. O tempo, as prioridades, não me permitem escrever quanto eu queria, mas todos os dias tento empenhar-me para que mais alertas cheguem à comunidade blogue.
Hoje quero partilhar com vocês não o primeiro, mas o segundo post, escrito a 29 de Outubro de 2003: Andamos Perdidos.

Obrigado a todos.

Comentários

quintarantino disse…
A única exigência que se pode fazer é que mantenha a qualidade. Nada mais.
Crítico disse…
Muito obrigado Quintarantino.
JOY disse…
Amigo Critico,

Faça o favor de nos continuar a alertar.

UM abraço
JOY
Quero dar-te os parabéns pela qualidade que tens mantido, pela afabilidade, cortesia e sentido crítico. Tenho um carinho especial por este blogue, digamos que foi quem me recebeu na blogosfera há cerca de meia dúzia de meses.
Desejo a ti e ao projecto todas as felicidades.
E, já agora, se não for abusar da rua simpatia gostava que desses, ainda hoje um saltinho ao Notas Soltas onde tenho um texto que está a gerar alguma polémica. Gostava muito que desses a tua opinião.
Tiago R Cardoso disse…
Muito bem, passei também para o cumprimentar pala participação ontem no "clube dos pensadores".
Crítico disse…
Obrigado a todos.

Continuarei alerta.

Cumprimentos.
Espero que continues em "Alerta", mesmo que o tempo não te permita. Tens tido sempre uma presença especial e com muito interesse. Continua com a boa qualidade. Abraços.

Mensagens populares deste blogue

Alimentação consciente

Hipócrates, considerado o pai da medicina, disse: "Que o teu remédio seja o teu alimento e que o teu alimento seja o teu remédio." Mais de dois mil anos depois essa frase nunca foi tão desrespeitada como nos nossos dias. Vivemos numa época em que o fast food é lei, com todas as implicações que daí advêm não só para a saúde física do indivíduo, mas para a própria saúde financeira de cada um e do Estado. Não é preciso ser um especialista para analisar que caminhamos para uma Era de doenças relacionadas com aquilo que se come. Aliás, isso já é notório nos países mais desenvolvidos, basta olhar para o Estados Unidos da América: obesidade, diabetes, cancro, AVC, tensão alta, alergias, etc. Os médicos de clínica geral, normalmente, pouco sabem sobre alimentação, no entanto é a eles que recorre a maioria da população. Nem todos podem ou sabem como fazer para consultar um especialista em nutrição, nutricionista ou nutrólogo. A sociedade está a ficar doente, mas a questão vai muito …

Amar uns, matar os outros.

Há coisas tão simples que nos passam despercebidas.

Fomos educados numa sociedade onde é comum a chacina dos animais para nosso bel-prazer. Alguns dirão que é por necessidade, pois bem, isso é desconhecimento, ignorância. Outros dirão que é por prazer, nesse caso o problema é maior, pois para afagar o palato não se importam que um ser tão meigo e digno de vida, como o seu animal doméstico, seja brutalmente assassinado, depois de uma vida miserável de sofrimento, apenas para ele o ter no prato.

Vivemos tempos fabulosos de paz, comparando com tempos passados da nossa História, contudo há ainda um mar de gente que na correria das suas vidas nunca parou para pensar, ou nunca foi obrigado a tal, sobre aquilo que come, que esses hábitos causam sofrimento a muitos, que estão a arruinar o planeta e que ainda por cima lhes estão a dar cabo da saúde, matando-os lentamente.

Claro que é todo um negócio, e é bom para esse mercado que as pessoas continuem com os seus hábitos sem pensar muito. A pró…

Bêbados de sono

Segundo Charles Czeisler, investigador de Harvard, um período de 25 horas sem dormir, ou um descanso de apenas cinco horas por noite durante uma semana, são o equivalente a uma taxa de alcoolémia de 1g/l. Mas a verdade é que a ética do mundo empresarial exalta esses feitos. "Jamais seríamos capazes de dizer: 'Esta pessoa é um excelente trabalhador! Anda sempre bêbado!'", escreveu ele na "Harvard Business Review", em 2006.
In. Revista National Geographic Portugal, de Maio de 2010.