segunda-feira, 29 de junho de 2009

Bronze epidérmico

Durante o século passado o bronze passou a estar na moda. Algo que nos séculos anteriores era sinónimo de escravatura ou de trabalhos forçados.
Torrar a pele, correndo o risco de sofrer de graves danos, tornou-se sinónimo de beleza, e elas, mais do que eles, fazem de tudo para ganharem uma corzinha.
Como é sabido, o que é belo hoje não o foi ontem e poderá não o ser amanhã, e esta será um das essências da moda.
Não sou contra o facto das pessoas se bronzearem, caso isso os faça felizes e consequentemente felizes os que os rodeiam. Não consigo perceber é que muitos o façam por influência externa e não pela sua própria vontade ou gosto - e não será este outro aspecto da moda?
Cada qual tem a sua beleza específica, característica, o que torna cada um tão especial. Padronizar a beleza é diminuí-la.
O branco é belo pelo tom alvo; a cor escura é magnífica pela sua textura; os loiros pelos seus cabelos cor de trigo; o ruivo pelos seus tons avermelhados. Cada qual com as suas subtilezas.
Ora, padronizar é perder essas características, que na minha opinião são a base de qualquer tipo de beleza.


As leis fundamentais da estupidez humana (V)

A quinta lei fundamental:

A pessoas estúpida é o tipo de pessoa mais perigosa que existe.

O corolário da lei é:

O estúpido é mais perigoso do que o bandido.

Carlo M. Cipolla - Allegro ma non troppo, Edições Texto & Grafia.

A primeira lei fundamental.
A segunda lei fundamental.
A terceira lei fundamental.
A quarta lei fundamental.

terça-feira, 16 de junho de 2009

O Cliente

"Eu sou o homem que vai a um restaurante, senta-se à mesa e pacientemente espera, enquanto o garçom faz tudo, menos o meu pedido.
Eu sou o homem que vai a uma loja e espera calado, enquanto os vendedores terminam suas conversas particulares.
Eu sou o homem que entra num posto de gasolina e nunca toca a buzina, mas espera pacientemente que o empregado termine a leitura do seu jornal.
Eu sou o homem que explica sua desesperada e imediata necessidade de uma peça, mas não reclama quando a recebe após três semanas somente.
Eu sou o homem que, quando entra num estabelecimento comercial, parece estar pedindo um favor, ansiando por um sorriso ou esperando apenas ser notado.
Eu sou o homem que entra num banco e aguarda tranquilamente que as recepcionistas e os caixas terminem de conversar com seus amigos e espera pacientemente enquanto os funcionários trocam idéias entre si, ou simplesmente baixam a cabeça e fingem não me ver. Você deve estar pensando que sou uma pessoa quieta, paciente, do tipo que nunca cria problemas. Engana-se…
Sabe quem eu sou?
Eu sou o cliente que nunca mais volta!
Divirto-me vendo milhões sendo gastos todos os anos em anúncios de toda ordem, para levar-me de novo à sua empresa. Quando fui lá, pela primeira vez, tudo o que deviam ter feito era apenas a pequena gentileza, tão barata, de me enviar um pouco mais de “CORTESIA”.
“Clientes podem demitir todos de uma empresa, do alto executivo para baixo, simplesmente gastando seu dinheiro em algum outro lugar.”

Sam Walton
Fundador da Wal-Mart, a maior cadeia de retalho do mundo.

Retirado do Blog doDerose.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Animals save the planet

Se se preocupa com a preservação do ambiente vai gostar deste site: http://www.animalssavetheplanet.com

A Coisa Berlusconi

Não podia deixar passar em branco o artigo que José Saramago escreveu recentemente no jornal espanhol El Pais: A Coisa Berlusconi.
"Esta coisa, esta doença, este vírus ameaça ser a causa da morte moral do país de Verdi se um vómito profundo não conseguir arrancá-la da consciência dos italianos antes que o veneno acabe por corroer-lhes as veias e destroçar o coração de uma das mais ricas culturas europeias."

Par ler o texto na integra aceda ao blog do autor O Caderno de Saramago.

Sem papas na língua.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

HOME - dia 5 de Junho


Dia 5 de Junho, Dia Mundial do Ambiente, dar-se-á um acontecimento impar em prol do planeta terra. Pegando na ideia do livro A Terra Vista do Céu, de Yann Arthus-Bertrand, elaborou-se um documentário filmado exclusivamente por via aérea, de forma a dar um panorama do planeta e do impacto da humanidade na natureza.
HOME será um grandioso evento, onde pela primeira vez um filme será exibido simultaneamente em mais de 50 países.
O documentário estará disponível, no dia 5, nos cinemas, na televisão, em dvd, e na Internet. O valor a pagar nas salas de cinema será simbólico e reverterá para campanhas ambientais; em relação ao DVD custará uns singelos € 4,99, venda exclusiva nas lojas Fnac; na Internet será completamente gratuito.
O objectivo é alcançar a maior audiência possível, de forma a sensibilizar o indivíduo e a sociedade para as suas responsabilidades para com o planeta.
Filme realizado por Yann Arthus-Bertrand e patrocinado totalmente pelo grupo PPR, do qual a Fnac faz parte.

Cinemas Lusomundo - somente no dia 5 de Junho
RTP 2 - dia 5 de Junho às 20h30
DVD e BlueRay - à venda na Fnac
Internet - em http://www.youtube.com/homeproject

Sinopse:

"Yann Arthus-Bertrand leva-nos numa viagem original à volta da Terra, para que possamos contemplá-la, entendê-la. HOME vai ajudar-nos a perceber a nossa relação com o nosso planeta. Serão revelados, em simultâneo, as preciosidades que ela nos oferece e as marcas que deixamos para trás, com um único objectivo: encorajar-nos a proteger o mundo. Este filme é um livro de viagens feito apenas com fotografias de paisagens aéreas. Do céu, podemos observar as correntes de água, as várias direcções dos caminhos, podemos compreender uma situação complexa com um simples olhar, sem recorrer a qualquer explicação. Como dizia Archimedes, “Dá-me um ponto de apoio e eu elevarei o mundo”. No nosso caso, aquele “ponto de apoio” é o nosso olhar. Este filme incita a uma nova consciência. De facto, à medida que nos levantamos no ar, vemos o nosso mundo de uma maneira diferente, de uma forma como nunca experienciámos. HOME convida-nos a parar por um momento de modo a olharmos para o nosso planeta e percebermos como tratamos a sua riqueza e a sua beleza." In. fnac.pt








terça-feira, 2 de junho de 2009

As leis fundamentais da estupidez humana (IV)

A quarta lei fundamental:

As pessoas não estúpidas subestimam sempre o potencial nocivo das pessoas estúpidas. Em particular, os não estúpidos esquecem-se constantemente que em qualquer momento, lugar e situação, tratar e/ou associar-se com indivíduos estúpidos revela-se infalivelmente um erro que se paga muito caro.

Carlo M. Cipolla - Allegro ma non troppo, Edições Texto & Grafia.