quarta-feira, 25 de abril de 2007

A Verdadeira Revolução


Faz hoje 33 anos que Portugal se libertou da ditadura salazarista. É sem dúvida uma data a assinalar. Homens e mulheres que em prol da liberdade lutaram por um futuro melhor, arriscando as suas próprias vidas. Uns heróis.

Após três décadas o acontecimento ainda se comemora com emoção, mas para muitos é algo distante e impreciso. Alguns colocarão a seguinte questão: “Terá o 25 de Abril libertado o povo?”. Sem dúvida que existe uma autonomia que no Estado Novo não era possível e devemos dar graças por essa data, mas onde está a verdadeira liberdade? Vivemos num Portugal escravo, sujeito a uma repressão e uma política que se diz liberal, mas que na verdade é na maioria das vezes inimiga do povo.

Da ditadura passou-se a um regime que não se pode chamar de democrático, pelo facto de não o ser para todos. Nunca se viu tanta insatisfação, tanta crítica, tanto desânimo e falta de crença nas políticas que nos governam. Os próprios políticos não fazem mais do que criticar a oposição, escondendo as suas faltas com os defeitos dos outros.

Portugal precisa de uma verdadeira revolução, uma revolta consciente, que mais uma vez só o povo pode encetar.

São necessárias condições para se viver em regime liberal e uma delas é o respeito pelo empregado, pelo elo fundamental do desenvolvimento. Enquanto as entidades patronais deste país continuarem a tratar o seu pessoal como números, não respeitando o homem que existe para além do funcionário, não existirá liberdade possível.

Cabe ao cidadão manifestar-se, não se deixar pisar, olhar olhos nos olhos o opressor e demonstrar a sua força. Só com este tipo de atitude se atingirá o lema: “o povo unido jamais será vencido”. O medo, esse não pode existir, pois é inimigo da liberdade.

Um ambiete higiénico


A conhecida cantora Sheryl Crow é também uma ferrenha defensora do ambiente, senão analise-se a sua proposta para proteger o planeta: "o uso de papel higiénico em grandes quantidades devia ser proibido para assim se proteger o meio ambiente", cada pessoa deve usar "apenas um quadrado em cada ida à casa de banho, excepto, é claro naquelas ocasiões desagradáveis onde dois ou três podem ser necessários".Cara Sheryl, duvido que a maior parte das pessoas consiga manter uma higiene adequada usando um só quadrado.Existe um rol de cuidados essenciais que podem ser seguidos para se proteger o globo, não creio que o uso de papel higiénico vá influenciar em demasia tal objectivo.Proteger o ambiente sim, mas de rabinho limpo.

quinta-feira, 12 de abril de 2007

Causas de Morte


Pensem nisto:

as principais causas de morte nos países ditos evoluídos estão estreitamente ralacionadas com os maus hábitos alimentares, sobretudo os excessos. Por seu lado, nos países subdesenvolvidos morre-se exactamente pela razão oposta, a escassez alimentar.

Uma das formas de atenuar este desequilíbrio, caso não pretendamos partir em missão humanitária, é aprimorarmos a nossa sensibilidade a todos os níveis, não caindo em excessos que de uma certa forma acabam por prejudicar os que estão do outro lado da balança.
Sejamos amplamente conscientes.

Ninguém cometeu maior erro do que aquele que não fez nada só porque podia fazer muito pouco. (Edmund Burke)

quinta-feira, 5 de abril de 2007

300


Em 480 a. C. as forças do Império Persa, comandadas pelo rei Xerxes e perfazendo, segundo Heródoto, dois milhões de homens, atravessaram o Helesponto com o intuito de invadir e escravizar a Grécia.Numa desesperada acção dilatória, um destacamento escolhido de trezentos espartanos foi enviado para o estreito das Termópilas, uma exígua passagem entre montanhas e mar onde, esperava-se, uma força de elite composta por homens dispostos a sacrificar a sua vida poderia reter o invasor persa durante, pelo menos, alguns dias.Os espartanos e os seus aliados da Téspia lutaram até ao último homem tombar, mas o exemplo de bravura do seu sacrifício inspirou os gregos. Na Primavera e no Outono desse mesmo ano, estes últimos uniram-se e derrotaram os persas em Salamina e em Plateia, protegendo assim os primeiros passos da democracia e da liberdade ocidentais. (in. PRESSFIELD, Steven - Portas de Fogo. Verbo: Lisboa, 2006)

ESTRANHO QUE PASSAS, VAI DIZER AOS ESPARTANOS
QUE AQUI JAZEMOS EM ODEBIÊNCIA ÀS SUAS LEIS.
(Poeta Simónidas)

Hoje, numa sala de cinema perto de si, a adaptação para a tela do traço fantástico de Frank Miller.

A não perder.

Há pulhas que já têm o fime em dvd. Piratas!