Avançar para o conteúdo principal

Reflexão


Imaginemos que toda a carne que chega ao prato tivesse que ser manuseada, desde a sua origem, pelo próprio consumidor. Que repercussão teria tal facto no acréscimo de vegetarianos?
Ao olhar para o naco de carne, temperado, o cérebro bloqueia as fases pela qual terá passado até ali chegar, como se um bife nunca tivesse sido outra coisa senão... um bife!

(fotografia: Mike Hill)

Comentários

Ainda bem que não nos ocorrem todas essas fases no momento de saborear o bife para que o consigamos comer com prazer. Mas se deixarmos de comer carne comemos outros seres vivos. Mesmo os vegetarianos matam os insectos que atacam as suas plantas. É a lei da vida. Porém o que é importante é que os humanos não matem mais do que o necessário à sua sobrevivência e recusem a febre predadora que leva à destruição de espécies para alimentar negócios injustos.
António Sabão disse…
UI, nem penso nisso :-) Adoro um bom bife, até me está a crescer água na boca :))))
DS disse…
É um tema muito delicado, pois tanto os consumidores de carnes como os vegetarianos sentem necessidade de defender a sua postura. Uns desculpam-se, outros acusam, mas cabe ao sentido de ética de cada um decidir a sua atitude. O que eu defendo é que não há uma atitude "natural", o homem é livre no seu pensamento e portanto livre nas suas escolhas.
Anónimo disse…
E nos restaurantes com a refeição completa?

Mensagens populares deste blogue

Seja feliz

Para se ser saudável tem de se ser feliz.A infelicidade mina a saúde.Não, e ela não nos cai nas mãos, temos de ir à sua conquista. O mais importante é que não dependemos de ninguém, a felicidade mais pura está nas mais pequenas coisas, mas para o percebermos temos primeiro de liberar algum lixo que ocupa a nossa mente.Seja feliz, pela sua saúde!

Vem comigo

Vidas frustradas por ilusões perdidas. Vidas gastas na comiseração. Zona de conforto que aprisiona a pobre alma, sem esta conseguir a garra, o entusiasmo para quebrar o fino fio que a prende, quando ela julga ser uma pesada corrente.Frustração dirigida ao outro pelo simples facto de não saber lidar com a dor que sente, por ver a vida passar por entre os dedos.Quantos apenas vêem o abismo à sua frente e não percebem que têm asas para voar. Asas tolhidas pela ignorância, agrilhoadas pelo deixa andar que um dia vai mudar.A existência passa e quando a senhora da foice chega já é demasiado tarde para despertar e correr para os braços da profunda realização.Mata a zona de conforto e vem comigo, não vai ser fácil, mas vai ser muito gratificante. E na caminhada sorrimos como se a meta fosse apenas mais uma etapa.

Mike, o galo sem cabeça

Quantos tempo conseguirá uma galinha viver sem cabeça?
Se me fizessem essa pergunta há uma semana responderia, sem sombra de dúvidas: uns minutos, no máximo. Contudo, ao saber do que se passou no Colorado, EUA, em 1945, faz com que hoje tenha opinião diferente.
Nesse ano longínquo, Lloyd Olsen na tentativa de matar um jovem galo para o jantar não cumpriu na perfeição o serviço e o galo sobreviveu, pasme-se: sem cabeça.
A veia jugular e o troco cerebral não foram danificados o que permitiu ao bicho sobreviver.
Artigos sobre o tema foram publicados nas revistas Time e Life, e hoje em dia existem vários sites que atestam este fenómeno, como pode ver no fim deste post.
O dono do "afortunado" galináceo, com olho para o negócio, não perdeu tempo e passou a cobrar 25 cêntimos para quem quisesse ver Mike, nome que lhe fora atribuído.
Os espectáculos de rua sucediam-se e no auge do sucesso Mike ganhava 4.500 dólares por mês e valia 10.000.
Seguiu-se uma fase negra para o mundo aviário, pois…