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Urge o tempo


A vida é curta, não há tempo a perder. Urge a necessidade de realizar, dispensando as futilidades triviais. Deixemos somente a futilidade de descompressão, momento ideal para assentar ideias e retomar de forças.
Contudo, não sejamos idiotas ao ponto de na corrida da vida corrermos sem plano bem delineado e sem ter os pés bem assentes na terra. Caso contrário, seremos como o hamster que corre na sua roda, mas não vai a lado nenhum. Infeliz do pobre bicho, que na sua ignorância julga estar a fugir da gaiola que o prende.

Fotografia: Darrin Klimek

Comentários

Por vezes é assim mesmo que actuo: como o hamster!
Luto todos os dias para combater este comportamento, contudo...olho à volta e ainda vejo a gaiola...

Um dia encontrarei a forma de sair da gaiola, mas entretanto vou treinando.

Abraço forte amigo do coração;)

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Seja feliz

Para se ser saudável tem de se ser feliz.A infelicidade mina a saúde.Não, e ela não nos cai nas mãos, temos de ir à sua conquista. O mais importante é que não dependemos de ninguém, a felicidade mais pura está nas mais pequenas coisas, mas para o percebermos temos primeiro de liberar algum lixo que ocupa a nossa mente.Seja feliz, pela sua saúde!

Vem comigo

Vidas frustradas por ilusões perdidas. Vidas gastas na comiseração. Zona de conforto que aprisiona a pobre alma, sem esta conseguir a garra, o entusiasmo para quebrar o fino fio que a prende, quando ela julga ser uma pesada corrente.Frustração dirigida ao outro pelo simples facto de não saber lidar com a dor que sente, por ver a vida passar por entre os dedos.Quantos apenas vêem o abismo à sua frente e não percebem que têm asas para voar. Asas tolhidas pela ignorância, agrilhoadas pelo deixa andar que um dia vai mudar.A existência passa e quando a senhora da foice chega já é demasiado tarde para despertar e correr para os braços da profunda realização.Mata a zona de conforto e vem comigo, não vai ser fácil, mas vai ser muito gratificante. E na caminhada sorrimos como se a meta fosse apenas mais uma etapa.

Mike, o galo sem cabeça

Quantos tempo conseguirá uma galinha viver sem cabeça?
Se me fizessem essa pergunta há uma semana responderia, sem sombra de dúvidas: uns minutos, no máximo. Contudo, ao saber do que se passou no Colorado, EUA, em 1945, faz com que hoje tenha opinião diferente.
Nesse ano longínquo, Lloyd Olsen na tentativa de matar um jovem galo para o jantar não cumpriu na perfeição o serviço e o galo sobreviveu, pasme-se: sem cabeça.
A veia jugular e o troco cerebral não foram danificados o que permitiu ao bicho sobreviver.
Artigos sobre o tema foram publicados nas revistas Time e Life, e hoje em dia existem vários sites que atestam este fenómeno, como pode ver no fim deste post.
O dono do "afortunado" galináceo, com olho para o negócio, não perdeu tempo e passou a cobrar 25 cêntimos para quem quisesse ver Mike, nome que lhe fora atribuído.
Os espectáculos de rua sucediam-se e no auge do sucesso Mike ganhava 4.500 dólares por mês e valia 10.000.
Seguiu-se uma fase negra para o mundo aviário, pois…