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Em 480 a. C. as forças do Império Persa, comandadas pelo rei Xerxes e perfazendo, segundo Heródoto, dois milhões de homens, atravessaram o Helesponto com o intuito de invadir e escravizar a Grécia.Numa desesperada acção dilatória, um destacamento escolhido de trezentos espartanos foi enviado para o estreito das Termópilas, uma exígua passagem entre montanhas e mar onde, esperava-se, uma força de elite composta por homens dispostos a sacrificar a sua vida poderia reter o invasor persa durante, pelo menos, alguns dias.Os espartanos e os seus aliados da Téspia lutaram até ao último homem tombar, mas o exemplo de bravura do seu sacrifício inspirou os gregos. Na Primavera e no Outono desse mesmo ano, estes últimos uniram-se e derrotaram os persas em Salamina e em Plateia, protegendo assim os primeiros passos da democracia e da liberdade ocidentais. (in. PRESSFIELD, Steven - Portas de Fogo. Verbo: Lisboa, 2006)

ESTRANHO QUE PASSAS, VAI DIZER AOS ESPARTANOS
QUE AQUI JAZEMOS EM ODEBIÊNCIA ÀS SUAS LEIS.
(Poeta Simónidas)

Hoje, numa sala de cinema perto de si, a adaptação para a tela do traço fantástico de Frank Miller.

A não perder.

Há pulhas que já têm o fime em dvd. Piratas!

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