domingo, 24 de Janeiro de 2010

Brilhante!



Muito bom. Deviamos ver este vídeo todos os dias.

quarta-feira, 20 de Janeiro de 2010

O não aproveitar a vida apavora-me mais do que a morte.

terça-feira, 12 de Janeiro de 2010

Menu diário do nadador Michael Phelps

Vi estes dados no Blog Mais Nutrição e não podia deixar de os partilhar.
Estamos a falar de alguém que consome 12,000 calorias por dia.

Café da manhã:
3 sanduíches de ovo frito (com queijo, alface, tomate, cebolas fritas e claro, maionese)
3 xícaras de café
1 omelete com 5 ovos
1 tigela de cereais
3 fatias de torradas com açúcar
3 panquecas de chocolate

Almoço
1/2 kg de macarrão
2 sanduíches grandes de queijo com presunto no pão branco e muita maionese
1.000 calorias de bebida energética

Jantar
1/2 kg de macarrão
1 pizza inteira
1.000 calorias de bebida energética


(Obrigado Roberto, pela informação)

terça-feira, 5 de Janeiro de 2010

Novo realizador na forja: Fede Alvarez

Fede Alvarez ficou conhecido internacionalmente pelo seu curto filme de pouco mais de quatro minutos colocado no Youtube. Sob o título Ataque de Pânico, foi visto por mais de meio milhão de pessoas, só nas primeiras 24 horas.
A película reúne uma mistura de imagens reais com efeitos 3D e o orçamento não foi muito além dos duzentos euros. Mas agora, que esta pequena produção chegou aos olhos das gentes de Hollywood, Sam Raimi, realizador do Homem-Aranha, já o contratou, oferecendo-lhe vinte milhões de dólares para produzir a sua primeira longa-metragem.
A ver vamos.

Faça duplo clique sobre o filme para o ver em tela ampliada.

Por que Amamos Cães, Comemos Porcos e Vestimos Vacas?


A autora Melanie Joy lançou recentemente um livro com o título Why we love dogs, eat pigs and wear cows?, onde aborda a atitude paradoxal de se amarem alguns animais em detrimento de outros, que são mortos para serem comidos.

Pode comprar o livro aqui e ver um curto vídeo que encena uma parte do primeiro capítulo aqui.

Boa leitura.

sábado, 2 de Janeiro de 2010

O Universo Conhecido

Para quem quiser ter uma noção do Universo que nos rodeia.

Somos muito pequenos para nos acharmos tão grandes:

segunda-feira, 14 de Dezembro de 2009

Petição para limitação pecuniária das reformas em Portugal

Ex.mo Senhor Presidente da Assembleia da República Portuguesa

A)- Considerandos

1.1 – A Segurança Social debate-se com enormes carências orçamentais.
1.2 – A diminuição da natalidade provocará um desiquilibrio estrutural nos orçamentos futuros.
1.3 – As reformas mais baixas, de tão ridículas, ofendem a dignidade humana.
1.4 – As reformas mais altas, incluindo as permitidas nas Instituições Bancárias e Empresas Públicas, constituem um intolerável abuso das classes dominantes.
1.5 – Os reformados com valores de dezenas de milhares de Euros por mês, terão, durante a sua vida profissional, amealhado o suficiente para, inclusivamente, dispensarem tão chorudas quantias.
1.6 – A solidariedade humana deve ser uma constante do comportamento cívico dos Portugueses. Quem muito ganhou, mais deve redistribuir.

B)- Propõe-se;

1.1 – Que seja criado um limite máximo para o valor das reformas pagas pelo Estado Português. Como limite máximo, sugere-se 5.000 Euros/mês
1.2 – Que nas Empresas e Organismos Privados e Públicos seja também criado um limite máximo – sugere-se o mesmo valor, sendo que os excedentes deverão constituir um fundo de garantia a aplicar em situações de carência absoluta e/ou para prover ao pagamento de medicamentos e realização de operações cirúrgicas a quem não tenha meios suficientes.

Os Peticionários

Para assinar clique aqui.

domingo, 13 de Dezembro de 2009

50 mil portugueses vitimas de erros médicos

“Os erros médicos nas cirurgias afectam 50 mil portugueses por ano e chegam a provocar complicações graves ou até a morte em 2500 doentes. Em cada cem doentes que entram num bloco operatório, 11 saem com um problema decorrente da cirurgia”

In. Jornal Expresso n.º 1937, de 12 de Dezembro de 2009.

Inacreditável!

quinta-feira, 10 de Dezembro de 2009

A mulher é melhor do que o homem

"Só quando os homens chegam a uma certa idade é que podem dizer com certeza que as mulheres são melhores do que eles em tudo - mesmo na bola, a carregar pianos, a lutar com jacarés ou nas outras coisas em que ganhávamos quando éramos mais novos e brutos e fortes.

Quando se é adolescente, desconfia-se que elas são melhores. Nos vintes, fica-se com a certeza. Nos trintas, aprende-se a disfarçar. Nos quarentas, ganha-se juízo e desiste-se. Nos cinquentas, começa-se a dar graças a Deus que seja assim.

Os homens que discordam são os que não foram capazes de aprender com as mulheres (por exemplo, a serem homenzinhos), por medo ou vaidade ou estupidez. Geralmente as três coisas. Desde pequenino, habituei-me que havia sempre pelo menos uma mulher melhor do que eu. Começou logo com a minha linda e maravilhosa mãe, cuja superioridade - que condescendia, por amor, em esconder de vez em quando - tem vindo a revelar-se cada vez mais. As mulheres são melhores e estão fartas de sabê-lo. Mas, como os gatos, sabem que ganham em esconder a superioridade. Os desgraçados dos cães, tal como os homens, são tão inseguros e sedentos de aprovação que se deixam treinar. Resultado: fartam-se de trabalhar e de fazer figuras tristes, nas casas e nas caças e nos circos. Os gatos, sendo muito mais inteligentes, acrobatas e jeitosos, sabem muito bem que o exibicionismo vai levar à escravatura vil.

Isto não é conversa de engate. É até um tira-tesões. Mas é a verdade. E é bonita."

Texto de Miguel Esteves Cardoso.
Enviado pela amiga Vânia Santos.

sexta-feira, 27 de Novembro de 2009

Correcto até ao fim

Tive conhecimento deste vídeo no Blog do DeRose, nele pode ouvir um texto de Elisa Lucinda lido por Ana Carolina. E vale a pena!


quinta-feira, 26 de Novembro de 2009

Aquecimento Global, não desista!

video

sábado, 21 de Novembro de 2009

Breve reflexão

A maioria dos indivíduos não se sente realizada e julga que o outro é mais feliz do que ele, e vice-versa. Passamos por um período de carência motivacional, e para restabelecer a confiança há que voltar a dar atenção às pequenas coisas.

A satisfação pessoal atingiu níveis de grande exigência e o ser humano já não se satisfaz somente com o que lhe é natural, a vida em si, o facto de poder usufruir dos cinco sentidos, de poder correr por uma ladeira, de braços abertos, em direcção ao mar, sentindo a brisa. Já não se satisfaz com uma simples conversa de café, e muito menos com os seus afazeres.

Tudo parece desmoronar-se perante o tempo, que é sempre curto, obrigando à constante correria. Mas o constrangedor é que muitos não sabem para onde correm.

A satisfação no século XXI é baseada em posse, em materialismo, em poder, ou pelo menos, e na maioria dos casos, na sensação de poder.

A realização não advém da correria desenfreada, mas das pausas ponderadas feitas a momentos precisos. Momentos de análise do percurso, momentos de interiorização, de assimilação.

A realização não carece necessariamente de uma conta de milhões, mas sim de uma mão cheia de amigos, de pessoas com as quais podemos contar e evoluir. Essa é uma grande riqueza.

sexta-feira, 20 de Novembro de 2009

Violência verbal

Haja consciência das palavras que se proferem, que na maioria das vezes magoam tanto, ou mais, do que a agressão física.




quarta-feira, 11 de Novembro de 2009

Gala DeRose'09 - já este fim-de-semana


"Filósofo e escritor com mais de um milhão de livros vendidos em todo o mundo vai estar no Porto de Sexta a terça-feira.

DeRose vai presidir sexta-feira ao lançamento do livro “Histórico e trajectória” e ao lançamento formal do DVD de entrevista “Conversas com Rumo”, da autoria do jornalista António Mateus.

No programa oficial destaque para Gala DeRose marcada para as 20h00 de sábado, também no edifício da Alfândega do Porto.

Ainda no sábado à tarde e já no domingo e segunda-feira, DeRose irá proferir cursos na Universidade Lusófona e na Unidade de Campo Alegre."
(In. blog Selva Urbana)

terça-feira, 27 de Outubro de 2009

Futebol

Há muito tempo que deixei de ligar ao futebol de uma forma intensiva. Aliás, julgo que nunca fui muito fanático, mas gostava de ver a equipa da qual era adepto e a selecção.
À medida que o futebol foi ganhando mais contornos politico e menos desportivos afastei-me, naturalmente. As conversas de bastidores e os treinadores de bancada começaram a ter mais predominância do que o próprio jogo. Era altura de deixar de perder tempo.
O facto da equipa que eu admirava ter começado a ter uma carreira menos louvável também contribuiu para o desinteresse.
O campeonato nacional deixou de ter qualquer importancia, a não ser quando havia um jogo entre os grandes, e mesmo assim, uma boa parte das vez, não via o jogo, interessando-me somente pelo resultado final.
O que é certo é que sempre que o clube, que desde menino apreciava, ganhava uma série de jogos o gosto começava a despontar gradualmente, contudo, sempre ofuscado pela politiquice que atemoriza a verdadeira essência deste desporto, chamado rei.
Não será difícil, ao leitor, descobrir qual o clube do qual sou adepto, e a razão que me leva a escrever estas linhas.
Quando a beleza do desporto supera os restantes meandros, que o ofuscam, o interesse do adepto vem ao de cima e volta novamente a surgir a vontade de olhar para esse mundo.
Outrora gostava de me reunir com amigos, de quando em vez, e apreciar uma boa partida de futebol, após a qual nos reuníamos num jantar confraternal e debatíamos a beleza inerente do que havíamos acabado de assistir. Há muito tempo que não faço isso, mas quem sabe, se os resultados se mantiverem...

quinta-feira, 22 de Outubro de 2009

Earthlings, o filme.

A carne que chega ao seu prato passa por este sofrimento, caso tenha coragem de assistir: